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O Senhor da Guerra Mais uma guerra sem razão Já são tantas as crianças com armas na mão Mas explicam novamente que a guerra gera empregos Aumenta a produção Uma guerra sempre avança a tecnologia Mesmo sendo guerra santa Quente, morna ou fria Pra que exportar comida? Se as armas dão mais lucros na exportação Que belíssimas cenas de destruição Não teremos mais problemas Com a superpopulação Veja que uniforme lindo fizemos pra você E lembre-se sempre que Deus está Do lado de quem vai vencer O senhor da guerra Não gosta de crianças Renato Russo Trechos da música: Canção do Senhor da Guerra
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Domingo Virou mania... Aderindo a moda de "protestos" contra os EUA, cerca de 700 mulheres Australianas nuas escreveram no chão da No War (não à guerra). A Austrália enviou tropas de reforço para o Golfo. No entanto, o pais não se comprometeu publicamente a fazer parte de nem uma ação militar no Iraque. Mas essas são mais comportadas que as Americanas. Pois Um porta-voz da polícia afirmou que o protesto ocorreu em uma propriedade fechada e não foi visível ao público. Um coração escrito No War
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É, nem mesmo os americanos aprovam o que Bush quer fazer. Em forma de protesto, trinta mulheres tiraram a roupa e encararam o inverno de Nova York. Elas escreveram com seus corpos frases em um chão coberto de neve!!! É, como vemos, nem os americanos estão apoiando a politica de Bush em conflitar com o Iraque coisa que o mundo ve, mas ele não... No chão escrito "No Bush"
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Japoneses não param de inventar, dessa vez, um professor da universidade de Tóquio, criou uma jaqueta na qual deixa as pessoas transparentes. Interessante. Nota-se que atrás do estudante que esta usando vemos pessoas transitando, realmente muito interessante. Leia mais a respeito em: http://www.terra.com.br/informatica/2003/02/05/016.htm
Sexta-Feira Olha só, sei que o Blog não esta 100%, mas ainda chegamos lá, vamos com calma!!! Estou tentando arrumar o esquema de arquivos...
Sexta-Feira Hoje durante a tarde, ouvindo umas músicas da Legião Urbana me relembrei de um passado não muito distante, coisa de quatro, anos atrás. Na época em que andava com o meu grande amigo Zé... Eramos tipo doidões bebiamos e gostavamos de uma boa farra, mas tudo muito saudavél. Havia um "point" no qual adoravamos e iamos sempre, quase toda sexta-feira, e lá ouviamos Legião Urbana. Esse lugar era o "pontilhão", um viaduto, no meio da rodovia, onde ficavamos sentados ouvindo música e bebendo vinho, práticamente a noite toda. E o engraçado é que na época sempre reclamava-mos de nossa cidade, que não tinha nada para fazer. Hoje, relembro desse passado não muito longe, com muita saudade e daria tudo para voltar nem que for por uma só sexta-feira aquela época... Mas minha história não se resume somente nisso. Continua...
A alegria é uma borboleta Voando sobre a face da terra, Mas a tristeza é um pássaro De grande asas negras Que nos ergue muito acima da vida. Lá embaixo, à luz do sol, a vida flui, tudo cresce. O pássaro da tristeza, porém, voa bem bem alto, Lá onde velam os anjos da dor Sobre o covil da morte Edith Södergran (1892-1923), 16 anos. Do seu diário. Apesar do poema acima, estou muito feliz.