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O Bigulim do Haroldo

O Bigulim do Haroldo – o Haroldinho Não, eu não escrevi errado, o Bigulim é realmente Bigulim, pelo menos no caso de nosso amiguinho Haroldo... Haroldo nasceu em uma pacata cidade do interior paulista, onde as maiorias das pessoas se conhecem, assim sendo, se Clarice esta grávida logo todos sabem, se Ademar é um bêbado mesmo sendo pai de família nunca será novidade. Nosso Haroldinho vivera e aprendera a se defender em meio a tal recôncavo. Se defender... Filho caçula dos Bigulim, Haroldo era o menos esperado, fruto de algo que não se sabe como, fora fertilizado no bucho da mãe de maneira que pegara todos de surpresa e após longos sete meses de menstruação atrasada vem ao mundo o mirrado Haroldo, desde já apelidado de Haroldinho pelo irmão mais velho. Tal notícia percorre a cidade e a família Bigulim, alguns se espantam, outros entendem, uns defendem e ...

No meio do caminhohavia um buraco

No meio do caminho havia um buraco, havia um buraco no meio do caminho... Bom, agora que estamos terminando o ano letivo e os deveres estão menores, pretendo voltar a postar, devo estar enferrujado, não repare. O ano ainda não terminou, eu tenho ainda provas, trabalhos e inevitavelmente alguns exames e a mais temida apresentação da monografia. Vamos ao que interessa... Estou no quarto ano de faculdade, estudo em uma cidade vizinha a minha, sessenta quilômetros, e não vejo a hora disso tudo terminar. Fico pensando no povo que trabalha e estuda, como conseguem? Sessenta quilômetros pode parecer pouco, mas se viajado todos os dias da semana, em quatro anos, é muito. As viagens foram tantas e o cansaço ainda maior, confesso que nesse último ano, nesses últimos dias a coisa parece não ir, paro de vez. Mas um dia passa e quando passar vou sentir falta das viagens na qual estou reclamando. Foram inú...
Ola pessoas... ... Nao abandonei o Blog... Eu estou meio que sem ideias para para postar, nao vou dizer que e' falta de tempo, pois tempo eu tenho muito, apesar do corre-corre que estou passando. Corre-corre pq estou nos momentos finais da facul (fui mal em uma prova hj, eu acho), entao isso requer um certo tempo... Tempo para, monografia, relatorio de estagi, provas, trabalhos, etc (nao sei como alguns alunos conceguem trabalhar e fazer tudo isso, mas tudo bem...). Alem disso, estou programando, dando uma ajuda para o Marcelo, cunhado do Flavio, com um software de controle de cliente e estoque para uma loja agropecuaria de minha cidade, acho que vai render alguma grana. Fora o tempo que fico a toa, tais atividades me fazem perder tempo, assim nao tenho ideias para escrever... Como agora, estou sem ideias entao resolvi "esclarecer" que nao abandonei o Blog, para se ter uma ideia de como o meu tempo anda escasso, estou escrevendo esse post na faculdade, em uma aula de PHP...

O meu Bigodinho

Quando eu raspei meu bigodinho... ...não é de se espantar que eu na minha ingenuidade de criança, mesmo ainda criança (ao menos em meu consentimento) tinha traço já de um homem. Coisas que acontecem na puberdade de um homem podem ser muito marcantes, traumáticas se for o caso, em sua vida. Eu, como toda criança em meu período de transição, passei por alguns apuros. Apuros que hoje me vem àmemória e fazem rir, situações constrangedoras, na qual somente há constrangimento naquela idade. Uma dessas situações me lembrei quando estava me barbeando, logo, parecia que minha mente havia voltado o tempo e um atrás do outro esses pensamentos bombardeavam minha cabeça e me levaram a escrever este... O raio da puberdade não da pra esconder das pessoas, e crianças tímidas como eu podem (eu acho) terem traumas púberes. Um deles ...

A Higiene Feminina

A Higiene Feminina Quem em casa tem mulher assim como eu sabe... Sabe o quanto é duro ter que aturá-las elas com suas manias de limpeza. Eu em minha vida cotidiana me dou com duas mulheres, minha irmã e minha mãe, é um horror. Quando eu acordo, uma das primeiras coisas que faço e tomar um copo de água, pois li em algum lugar que faz bem a saúde (ao cérebro eu acho) e sendo eu um adepto da boa saúde bebo dito cujo, se faz bem eu não sei, só sei que quando bate no estômago, o liquido gelado me arrepia o corpo todo. Acho que faz bem, mas pra acordar. Sendo que a primeira coisa que faço no dia é beber água, quando vou pegar um copo para beber, já de cara dou de cara com minha irmã que eventualmente acaba de lavar a louça e de cara feia, diga-se de passagem, me olha com um olhar de raiva, muita raiva. Não bastasse seu olhar vem sempre acompanhado de: - N...

Retrospectiva de Rua

Retrospectiva de uma vida de rua Desde que me entendo por gente, melhor dizendo, desde que tenho uma idéia do existir eu brinco na rua... Claro que hoje em dia apesar da falta que me faz, eu não brinco mais, mas se pudesse eu brincava, quer dizer, pode, mas não brinco porque não tenho com quem brincar. Como sabem fui criado em uma cidade do interior paulista e cidades do interior paulista, são muito pacatas, possibilitando assim as crianças brincarem na rua até tarde da noite se esse for o desejo delas ou se as mães permitirem. Aqui não era diferente, em minha rua havia oito moleques contando comigo, isso sem contar os que vinham de outras ruas. Se não me falhe a memória deveria em média ter uns doze guris, todos com hora marcada para chegar sejam para, jogar bola, contar estórias de terror, brincar de pé-na-lata, seja o que fosse sempre vinham a nossa rua, para poder passar a noite, ou mel...

O Marquinhos e seu Carma

O Marquinhos e seu Carma Tenho a leve impressão que o motorista que nos conduz a faculdade, o Marquinhos, tem um carma. Além de ter que ir todo santo o dia para a faculdade e ficar lá esperando por mais ou menos quatro horas, que levando em conta se chegamos por volta das dezenove horas e partimos as vinte e três, são quatro horas, não bastasse temos que também acrescentar nessas quatro penosas horas do Marquinhos mais cinqüenta minutos de viajem, vamos arredondar esse cinqüenta minutos para uma hora, obviamente ele fica mais que uma hora dentro do ônibus, é o primeiro a entrar e o último a sair, mas deixemos assim, uma hora... Então teríamos seis horas, chutando baixo, baixíssimo, que o Marquinhos fica longe de casa. É viúvo, tem namorada e uma filha de mais ou menos sete a dez anos, passa seis horas por noite fora de casa, num horário que é reservado para a fa...