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Apesar da confusão danada que se armou no decorrer do texto, tudo e qualquer palavra, tanto como a estória, fazem sentido... Digamos que o complexo de "R"... Faz sentido, acredite!!! rei rebelde rumo rogando raivosamente, raciocino rápido o rapé. regozijo a regicida razoável. relâmpagos relembram-me rutilante. ralho à rapariga rani, rapsódio recapituladamente Rimance. respondeu rajá, rumo a renuncia. ranzinza, relembra rusgas recentes. rodo rindo resfolegantemente, ricto a rinite rotineira, revulsão rápida. rumo a republica rapidamente. rafado e raivoso. recapturo uma raineta rapapéio ao rapaz que rapace, riba ao rapadouro, rapto raquel com realengo. rurigena rurógrafo, ramnáceas. rumo rápido a ramalheteira. realista recai ao rafado. roí a ricota ritmicamente. revogo a ramalheteira rebeldemente, révora é revoltoso e rezo, reparo o reino repentino. regugito o reide de meu reinol.
Pum: O Grande Momento de um Namoro. Namorar é talvez uma das melhores coisas que podem acontecer na vida de um adolescente, mais ainda se esse morar em uma cidade do interior, cidade pequena eu diria, onde não tem muito que se fazer, sendo, arrumar uma namorada pode então ser um ótimo entretenimento. É interessante como a coisa começa, hoje em dia com a modernidade, o que não é mais segredo pra ninguém, começa-se com uma “ficada”, o meu começou assim; eu que não sou tão antigo, não consigo imaginar como se começaria um namoro sem as típicas “ficadas”. Ta... tenho certa noção da coisa, mas que deve ser estranho, isso deve. Pois bem, comigo a coisa não foi diferente, iniciei um namoro como uma das típicas “ficadas”, muito estranho a primeira vez que você “fica”, é algo meio frio, algo sem importância, a não ser que você tenha segundas intenções, no meu caso eu não tinha. E após, se não me falhe a memória, quinze dias “ficando” acabo por pedir a dita cuja em namoro, hoje minha ex-namorada...
Alguns Momentos... Seria junho, ou julho, não me lembro... Não me importa lembrar-se do mês, e sim do fato ocorrido com João... Da pequena Vila onde moravam eram, os, chamados por alguns: "Diferentes!". Pelo simples fato de fazer-lhes de suas vidas o que bem entendiam o fato de estarem à mercê de sociedade, diga-se de passagem, fechada, talvez por isso fossem os diferentes... Raimundo estava no seu quarto. Era noite... A espera por tal episódio, nunca antes sonhado, estava por vir, e ele tinha de se preparar para tal. Ir de corpo presente para o espetáculo era algo que qualquer um ali na vila o faria, mas com Raimundo a coisa deveria, teria de ser diferente. Então lá estava ele em seu quarto, trancando ouvindo suas musicas favoritas, se preparando ou talvez quem sabe ensaiando... Lá fora o mundo desaba em água apesar do mês friento, onde chuvas nesse período são raras de ocorrerem, porém, quando se tem é forte por demais. Sentado no chão, tinha a sua disposição um pequeno est...

Se queres saber, não quero mais...

Se queres saber, não quero mais... Se queres saber, meu lugar é ser um Ser distante mesmo... Se queres saber moro no Núcleo. Se estou longe de minha família estou triste, mas estou bem. Bem por partes, por que tenho quem me queira... Se irei vencer não sei, creio que sim... Pra vocês egocêntricos??? O que mais de um tchau... Como diria Mario Prata: "Desculpe o mal jeito... Tchau." É mais ou menos por ai... Obrigado Zé, mais uma vez me salvou... Com todas as honras

Todos

Todos O medo, algo tão particular quando a dor, O sexo, algo tão bom quanto uma vitória, A morte, algo tão estranho quanto o amor, A inexperiência, algo tão sombrio quando a amargura. Estou submerso na prisão de Eufrates, Almas e braços calejados, um fruto da derrota. Perdido na obscuridade misturado aos trastes, Sem forças para lutar, a derrota parece-me chegar. Usurparam-me da alegria de viver, Aonde estou não sei, onde me encontrar nem menos. O Silencio que é de meia-hora dura uma eternidade. O inimigo que era distante parece-me querer. Estou caindo e nem menos sei onde parar, Onde o meu mais intimo é Apolion... Só agora já cansado é que percebo onde estou, Em um lugar onde muitos chamam de solidão.

Eu não sei quem foi...

Eu não sei quem foi... É sempre no mesmo horário que desperta o meu despertador. Isso sendo de segunda a sexta, os dias que eu trabalho. Vida rotineira a minha, de acordar, ir ao banheiro e sempre no amanhecer ver aquele rosto quase sempre por barbear no espelho do banheiro, espelho pequeno como tudo em meu apartamento, espelho que reflete um rosto cansado, não de dormir, mas de rotina, eu acho. Sempre. Sempre a mesma coisa todo santo dia. Já a mais ou menos uns cinco anos que faço isso rotineiramente: acordo; vou ao banheiro dou uma boa olhada no espelho, pego minha escova e escovo meus dentes. Há a rotina no trabalho também, mas prefiro não relatar, não gosto do meu emprego, gosto do dinheiro. É aquela coisa de fazer por grana, para viver. Viver uma vida de rotina, grande coisa... Dizem que a rotina atrapalha e muito a vida de uma pessoa, ainda mais ela estando com um parceiro; não tenho parceira, mas...

Uma Nova Vida?!

Uma nova vida?! Sim, poderia dizer que sim... Uma nova vida! Mas com relação a que? Faz tanto tempo que não escrevo que várias coisas aconteceram, coisas que nem vou dizer aqui (não compensam?), coisas que não tem importância. Uma delas, esta creio que seja interessante onde se baseado escreverei essa crônica, é o fato de eu ter me mudado pra outra cidade. Sim, já não moro mais em minha pequena e pacata cidade a mais ou menos nove meses. Estou morando com minha irmã (Lígia), em uma cidade um pouco maior (muito maior), estamos dividindo um apartamento, ela estudando e eu após a formatura procurando um emprego na dura vida de um formado. Diga-se de passagem, depois de longos nove meses morando aqui, ainda não arrumei um emprego (esta mais difícil do que eu pensava). Pois bem, acontece que morar fora de casa é algo novo, não somente pra mim como também pra minh...