Olá, estou improvisando o meu sistema de comentário, estou também copiando do ImBLOGlio, que esta na sessão Blog's gostei da idéia, simples. Aos poucos chagamos lá!!!
Até o momento é só...
Esse texto é de uma prima minha, Anna Luiza Anarco-----------------feminismo A mudança na condição feminina seria mais um afronto ao governo reacionário(que se opõem à mudanças humanas)que naturalmente procura resguardar o poder que detém, mas também reforçá-lo expandi-lo perpetuá-lo. O nosso sistema não aceita que tenhamos vontade própria, seja matando, oprimindo e perseguindo o auto gestor, com a desculpa de estar mantendo a ordem. Aprendemos no moralismo, na submissão e obediência a cultuar o Estado e todo seu machismo, ganância e repressão. Encontramos no anarquismo uma liberdade, uma evolução geral do espirito humano, trancafiado e detido ao longo de uma historia baseada em valores religiosos, culturais, supremos, econômicos e estatais desnecessário e nocivo a qualquer condição humana. A sociedade estatal possui...
Memnoch, o Demônio Acabo de ler esse livro, Memnoch (Anne Rice), a mesma autora de Entrevista com Vampiro, é simplesmente fantástico, nem preciso dizer que é muito bem escrito, fora de cogitação dizer coisas do tipo, pois quem conhece Anne Rice, sabe do que estou falando, porém, devo confessar que o livro começa a ficar interessante (interessantíssimo), da página 150 pra frente, onde, realmente e estória começa. Memnoch, e narrado por Lestat, o vampiro, onde conhece o Satã (Memnoch), que tende a convencê-lo a "trabalhar" pra ele. Não irei entrar em detalhes, pois é um livro que recomendo que leiam. Pra quem se interessa por teologia, é um prato cheio. Devo dizer que no livro, o Satã é o mocinho, e Deus, em parte, o vilão. É um livro que tem todo o meu respeito, recomendo que leiam... Ahh, eu ganhei o meu da Débora, no Natal de 2002 se n...
Todos O medo, algo tão particular quando a dor, O sexo, algo tão bom quanto uma vitória, A morte, algo tão estranho quanto o amor, A inexperiência, algo tão sombrio quando a amargura. Estou submerso na prisão de Eufrates, Almas e braços calejados, um fruto da derrota. Perdido na obscuridade misturado aos trastes, Sem forças para lutar, a derrota parece-me chegar. Usurparam-me da alegria de viver, Aonde estou não sei, onde me encontrar nem menos. O Silencio que é de meia-hora dura uma eternidade. O inimigo que era distante parece-me querer. Estou caindo e nem menos sei onde parar, Onde o meu mais intimo é Apolion... Só agora já cansado é que percebo onde estou, Em um lugar onde muitos chamam de solidão.
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